Biblioteca Municipal António Botto. Foto: mediotejo.net

A Biblioteca Municipal António Botto, em Abrantes, vai realizar mais uma edição do Concurso Municipal de Leitura ‘Abrantes a ler’ que se irá realizar nos dias 22 e 23 de fevereiro, com a participação dos alunos do 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário das escolas do Concelho.

O concurso tem uma primeira fase que se realiza nas escolas concelhias, seguindo-se a fase municipal e depois a fase intermunicipal, sendo a grande final a fase nacional.

A Biblioteca António Botto acolhe no dia 22 de fevereiro a prova oral dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário composta por um primeiro momento, que consiste na prova de leitura de um excerto onde os membros do júri irão avaliar a prestação dos concorrentes.

Num segundo momento, realizar-se-á a prova de argumentação, em que será colocada uma questão aberta ou uma citação para comentar sobre a obra lida e que deverá ser respondida entre 2 a 3 minutos. Neste momento, cada um dos membros do júri pontuará as prestações dos concorrentes, tendo em conta o conhecimento da obra, a organização das ideias, audibilidade, ritmo, criatividade e postura corporal.

No dia 23 de fevereiro, tem lugar a prova oral dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico.

O concurso irá apurar os três primeiros classificados em cada escalão que irão passar à fase intermunicipal.

Para o concurso deste ano, foram selecionadas as seguintes obras:

– 1º Ciclo do Ensino Básico: Os pescadores de nuvens, de Ana Lázaro; ilustração de Sebastião Peixoto, da Porto Editora;
– 2º Ciclo do Ensino Básico: Bicicleta à chuva, de Margarida Fonseca Santos; ilustração de Danuta Wojciechowska, da Booksmile Editora;
– 3º Ciclo do Ensino Básico: O gato de Uppsala, de Cristina Carvalho; ilustração de Danuta Wojciechowska, da Sextante Editora;
– Ensino Secundário: Livro, de José Luís Peixoto, da Quetzal Editores.

Os livros encontram-se disponíveis para empréstimo domiciliário na Biblioteca Municipal António Botto.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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