Biblioteca de Sardoal assinala Dia do Animal na quarta-feira. Foto: DR

A Biblioteca Municipal de Sardoal vai assinalar o Dia Mundial do Animal na quarta-feira, dia 4 de outubro, com uma exposição temática, no caso sobre o lobo e a sua conservação, e uma demonstração cinotécnica da GNR, ilustrativa do treino e emprego de cães em tarefas especializadas.

Deste modo, o jardim do Centro Cultural Gil Vicente acolhe, no dia 4 de outubro, das 10h00 às 11h00, uma demonstração cinotécnica do Destacamento de Intervenção do Comando da GNR de Santarém.

“Um Uivo pela Sobrevivência” é o nome da exposição que estará patente na Biblioteca Municipal de Sardoal, de 4 de outubro a 3 de novembro. Composta por seis painéis, esta exposição aborda a temática do lobo e a sua conservação, e ainda as formas de minimizar o conflito com o homem, tendo como exemplo a utilização de cães de gado. Conhecer é a melhor forma de contribuir para a conservação desta espécie.

A exposição pode ser visitada na Biblioteca Municipal, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

Com a realização destas iniciativas, que se destinam à população em geral, a Biblioteca Municipal pretende alertar para a questão da sustentabilidade e da preservação da natureza, simbolizada nestes dois animais, que apesar de terem uma origem comum podem representam opostos: medo e amizade. Importa consciencializar para a urgência de uma convivência equilibrada entre homens, animais e natureza.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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