Passeio da Liberdade assinala 26 de abril com caminhada pela Bemposta. Foto arquivo: CMA

No próximo dia 25 de abril, a freguesia de Bemposta, no concelho de Abrantes, volta a ser o cenário de uma das mais emblemáticas atividades desportivas e sociais da região: a Caminhada de 25 de Abril. O evento faz parte da estratégia da Câmara de Abrantes para promover o bem-estar físico e o contacto com a natureza, ao mesmo tempo que assinala os valores da Revolução dos Cravos.

A jornada começa cedo, com a concentração marcada para as 08:45 junto à sede da Junta de Freguesia de Bemposta. A partida oficial da caminhada dar-se-á pelas 09:00.

O percurso delineado tem uma extensão de aproximadamente 10 quilómetros, apresentando um grau de dificuldade baixa, o que o torna acessível a famílias e a participantes de diversas faixas etárias.

A organização prevê que a chegada ao recinto de festas de Bemposta ocorra por volta das 11:00, momento em que será servido o tradicional lanche, proporcionando um espaço de convívio e partilha entre todos os caminhantes.

Para garantir a boa organização do evento e a atribuição de ofertas aos participantes, as inscrições estão abertas até ao dia 17 de abril. Os interessados podem inscrever-se presencialmente na Junta de Freguesia de Bemposta ou através do contacto telefónico 241 732 116.

O evento é uma iniciativa conjunta da Câmara de Abrantes e da Junta de Freguesia de Bemposta, inserindo-se no calendário anual “Caminhadas Abrantes 2026”, que percorre várias freguesias do concelho ao longo do ano.

Historicamente, o município de Abrantes celebra o 25 de Abril com uma agenda diversificada que combina o protocolo institucional com a participação popular. Ver programa AQUI.

A caminhada em Bemposta já se tornou uma tradição consolidada, sendo reconhecida pela hospitalidade da população local e pela beleza das paisagens rurais que rodeiam a freguesia, reafirmando anualmente o compromisso da comunidade com a memória histórica e a promoção de estilos de vida saudáveis.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *