Barquinha exige reforço da rede elétrica após falhas recorrentes de energia. Foto: DR

O concelho de Vila Nova da Barquinha tem enfrentado nos últimos dias falhas e cortes no fornecimento de energia elétrica, que têm causado transtornos significativos à população, empresas e instituições locais. Em resposta, a Câmara Municipal contactou formalmente a E-Redes, solicitando uma reunião de caráter urgente para apurar as causas e definir soluções técnicas que garantam maior fiabilidade da rede.

Em nota de imprensa, a autarquia sublinha que partilha da preocupação da população e que continuará a acompanhar o processo de perto, mantendo os cidadãos informados sobre todos os desenvolvimentos.

O presidente da Câmara, Manuel Mourato (PS), esclareceu ao mediotejo.net, à margem da reunião de executivo de quarta-feira, que embora os problemas tenham diminuído, ainda ocorrem picos de sobrecarga que podem levar a cortes de energia.

“Já se notam menos falhas, mas ainda há picos de sobrecarga, que provocam cortes indesejáveis e trazem problemas aos nossos empresários e munícipes”, afirmou.

O autarca explicou que a situação se agravou devido à maior sobrecarga energética típica desta época do ano, e que algumas falhas afetaram até cidadãos mais vulneráveis, como utentes de ERPI’s, gerando preocupação legítima.

Barquinha exige reforço da rede elétrica após falhas recorrentes de energia. Foto: mediotejo.net

ÁUDIO | MANUEL MOURATO, PRESIDENTE CM VN BARQUINHA:

Manuel Mourato acrescentou que a E-Redes já está a tomar medidas para colmatar os problemas, mesmo antes da reunião oficial marcada para o dia 19 de janeiro, mas que um reforço estrutural da rede exige investimento significativo.

“O que está aqui em causa é um reforço da rede, isto necessita de investimento, estamos a falar de muito dinheiro, mas é necessário que a E-Redes também o receba e aplique no território”, concluiu o presidente.

A Câmara da Barquinha reafirma que continuará a pressionar a concessionária para garantir maior estabilidade do fornecimento elétrico, prevenindo cortes futuros e protegendo a população e os serviços essenciais do concelho.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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