Bandeira Azul e de Praia Acessível hasteadas na praia fluvial de Carvoeiro. Foto: DR

A Bandeira Azul e a Bandeira de Praia Acessível foram hasteadas na Praia Fluvial de Carvoeiro, em Mação, esta segunda-feira 16 de junho. O galardão atesta a qualidade da água e espaço, segurança e serviços, vigilância e sensibilização das pessoas.

Carvoeiro voltou a receber o galardão Bandeira Azul, que lhe confere qualidade e excelência pelo 19.º ano consecutivo. Também, pelas condições de acesso e cadeira anfíbia para pessoas com mobilidade reduzida, foi ainda hasteada a Bandeira de Praia Acessível, Praia para Todos.

Antes do hastear das Bandeiras teve lugar uma vistoria à Praia, pela APA – Agência Portuguesa do Ambiente, que foi acompanhada pela presidente e pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Mação, Margarida Lopes e Vasco Marques, respetivamente. A vistoria foi também acompanhada por técnicos da autarquia de Mação.

Praia Fluvial do Carvoeiro, em Mação. Créditos: CMM

A estrutura é constituída por um paredão para contenção do caudal da ribeira, que resulta num enorme espelho de água que contempla também piscina para crianças.

Dispõe ainda de equipamentos complementares como os balneários públicos, um bar, Posto de Primeiros Socorros e uma zona coberta para refeições equipada com assadores.

A época balnear 2025 no concelho de Mação arrancou a 14 de junho, e decorrerá até 14 de setembro, com as praias fluviais de Cardigos e Carvoeiro a serem dotadas de vigilância com nadador salvador neste período. A praia fluvial de Ortiga, que na verdade é uma zona balnear de rio, ou seja, não é oficialmente considerada praia fluvial, não conta com nadador salvador. Além das três praias fluviais de Cardigos, Carvoeiro e Ortiga, com o verão a convidar a uns mergulhos também poderá dar um salto às Piscinas Descobertas, em Mação, e às Piscinas de Envendos. As Piscinas Municipais Descobertas de Mação abrem no dia 24 de junho.

São sete as praias fluviais do Médio Tejo e envolvente que conquistaram este ano a Bandeira Azul, símbolo de qualidade que vai ser hasteado em Carvoeiro (Mação), Aldeia do Mato e Fontes (Abrantes), no Agroal (Ourém), em Fernandaires e Bostelim (Vila de Rei) e, pela primeira vez, na praia dos Olhos d’Água, em Alcanena.

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A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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