DGS recomenda medidas de proteção contra o calor. Foto: DR

A Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo está a recomendar a adoção de medidas de proteção adicionais contra o calor na sequência da previsão da subida das temperaturas a partir desta segunda-feira. O tempo quente, acima dos 40 graus, vai manter-se, pelo menos. durante os próximos três dias.

A ULS Médio Tejo relembra que a exposição ao calor intenso pode ter efeitos negativos na saúde, nomeadamente desidratação, cãibras, esgotamento pelo calor, golpes de calor entre outras complicações que podem ser evitadas. A reação de cada pessoa à temperatura e os seus efeitos na saúde podem ser diferentes. As crianças, os doentes crónicos e as pessoas idosas são particularmente vulneráveis.

Face à previsão de tempo quente, a ULS recomenda a adoção de medidas de proteção adicionais contra o calor, aconselhando a população a procurar ambientes frescos e arejados, ou climatizados.

Recomenda igualmente a população a aumentar a ingestão de água ou de sumos de fruta natural sem açúcar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas, assim como a exposição direta ao sol, principalmente entre as 11:00 e as 17:00.

O uso de roupa solta, opaca e que cubra a maior parte do corpo, de chapéu de abas largas e óculos de sol com proteção ultravioleta e evitar atividades que exijam grandes esforços físicos, nomeadamente desportivas e de lazer no exterior, são outras das medidas de proteção adicionais recomendadas.

A ULS recomenda ainda que se escolha as horas de menor calor para viajar de carro e pede “atenção especial” aos grupos mais vulneráveis ao calor, como crianças, idosos, doentes crónicos, grávidas, pessoas com mobilidade reduzida, trabalhadores com atividade no exterior, praticantes de atividade física e pessoas isoladas.

Outro dos alertas é para que não deixe animais de estimação no carro “estacionado”, pois eles também podem desenvolver doenças relacionadas com o calor.

Caso seja necessário contacte o SNS 24 – 808 24 24 24 ou em caso de emergência não hesite em contactar o 112.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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