Pedro Grave, candidato do BE à Assembleia Municipal de Abrantes. Créditos: DR

O Bloco de Esquerda recandidata Pedro Grave à Assembleia Municipal de Abrantes nas próximas eleições autárquicas. 

Pedro Grave tem 47 anos, é Operador de Produção Térmica, trabalhador por turnos há 28 anos. Iniciou a intervenção de cidadania como delegado sindical, participou na atividade política do PSR e aderiu ao Bloco de Esquerda após a sua fundação.

Pelo Bloco de Esquerda vem participando nas listas candidatas a vários órgãos autárquicos em Abrantes, tendo sido deputado de Assembleia de Freguesia (na união de Freguesias de Abrantes e Alferrarede) e deputado municipal, cargos que exerce atualmente.

É membro das Comissões Coordenadoras Concelhia de Abrantes e Distrital de Santarém do Bloco de Esquerda.

O Bloco de Esquerda considera que “o balanço do ultimo mandato é positivo e há reconhecimento do bom trabalho, tanto entre os militantes do BE como por parte dos munícipes/população”.

O candidato reitera a sua intenção de “contribuir para o reforço da democracia, para o pleno exercício da cidadania na Assembleia Municipal, tem como grande objetivo aproximar o órgão e os eleitos de todos os munícipes, sem exceção”.

Alguns assuntos em agenda, “como a reposição do horário pós-laboral, a transmissão das sessões pela internet, a defesa do antigo mercado diário, o apoio aos julgados de paz”, são exemplos de assuntos defendidos pelo candidato e bancada do Bloco de Esquerda de Abrantes.

Dar a voz aos cidadãos “é um compromisso que se renova” por todos, para Abrantes, lê-se em nota de imprensa.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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