Visita aos Bombeiros de Caxarias. Foto: CMO

Mais uma vez, o executivo camarário de Ourém cumpriu a tradição e visitou as autoridades e forças de segurança e proteção civil do concelho, na véspera de Natal. Como sempre acontece desde a sua eleição, Luís Albuquerque foi particularmente saudado pela coincidência de festejar o seu aniversário (56 anos) no dia 24 de dezembro, terminando o seu périplo em Espite, com bolo incluído.

O presidente da Câmara, Luís Albuquerque, visitou a sede dos Bombeiros Voluntários de Caxarias, bem como os quartéis de Espite e Freixianda e as duas secções dos Bombeiros Voluntários de Ourém.

Na mesma ocasião, a vice-presidente Isabel Costa e a vereadora Micaela Durão ofereceram champanhe e bolo-rei nos quartéis dos bombeiros voluntários de Ourém e de Fátima, na esquadra da Polícia de Segurança Pública de Ourém e nos postos territoriais de Ourém e de Fátima da Guarda Nacional Republicana.

Segundo a autarquia, com esta iniciativa, os eleitos pretenderam “reforçar o agradecimento a bombeiros e forças  de segurança pelo empenho e dedicação ao território oureense, sobretudo no final de um ano marcado pelo flagelo dos incêndios, período durante o qual todos estes agentes da proteção civil exerceram um papel crucial na defesa do território oureense”.

Rui Vital, vereador responsável pela Proteção Civil, Filipe Baptista, Chefe do Gabinete de Apoio à Presidência, e Luís Serras de Sousa, Adjunto do Presidente, acompanharam Luís Albuquerque. Pedro Pereira, secretário do Gabinete de Apoio à Vereação, acompanhou Isabel Costa e Micaela Durão.

Os presidentes das juntas de freguesia de Caxarias (Nélson Antunes), Espite (Dulce Mateus), Fátima (Humberto Figueira da Silva) e o presidente da União de Freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais (Paulo Nunes) também fizeram questão de acompanhar o executivo municipal nas respetivas localidades.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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