Os 24 refugiados ucranianos adultos que se encontram alojados temporariamente, desde 15 de março, no edifício São Francisco na Chamusca, têm recusado propostas de trabalho e até de habitação, segundo a vice-presidente da Câmara.
Cláudia Moreira falava na reunião de Câmara no dia 7 de junho em jeito de balanço da estadia dos refugiados ucranianos acolhidos no concelho. Nesta altura estão alojados naquelas instalações 24 adultos e 10 crianças, todos da primeira fase de acolhimento.
ÁUDIO | CLÁUDIA MOREIRA, VICE PRESIDENTE CM CHAMUSCA:
A autarca disse que tem havido oportunidades de trabalho nas obras do centro de saúde e da escola-sede, por exemplo, que têm sido recusadas pelos refugiados. O mesmo acontece com propostas de alojamento.
O presidente da Câmara, Paulo Queimado, sugeriu como solução apontar uma data para encerramento da estrutura temporária de acolhimento e a definição de regras como forma de pressionar os refugiados a procurarem soluções de trabalho e de alojamento de maneira a deixarem de estar dependentes do apoio da autarquia.
