A Junta de Freguesia de Tramagal realiza a II edição dos "10 km Freguesia de Tramagal" no dia 23 de junho. Foto: CBA

A Junta de Freguesia de Tramagal realiza a II edição dos “10 km Freguesia de Tramagal” no dia 23 de junho, domingo, véspera do dia da freguesia, a partir das 8:45, com partidas e chegadas junto à sede da Junta de Freguesia, passando por várias ruas da vila. As inscrições estão a decorrer.

Organizada pela Junta de Freguesia de Tramagal e Associação de Melhoramentos da Freguesia de Tramagal, em parceria com a Câmara de Abrantes e Associação de Atletismo de Santarém, a corrida “10km da Freguesia do Tramagal”  engloba uma caminhada de cerca de seis a sete quilómetros e a prova principal de corrida, numa distância de 10 quilómetros, para além de provas para todos os escalões de formação.

Com prémios monetários, a prova principal consiste numa corrida com 10 km para os escalões juniores e seniores. Para os escalões mais jovens serão realizadas provas desde os 200 metros (bambis e desporto especial) até aos 3000 metros (juvenis). Será também realizada uma caminhada com inicio às 8:45 e extensão de cerca de 6/7 km.

O abrantino Pedro Januário foi o grande vencedor da primeira edição da Corrida “10km da Freguesia do Tramagal”, num evento que que juntou cerca de 300 atletas dos mais diversos escalões e que competiram nas diversas provas propostas, com grau de dificuldade variável.

 

Pedro Januário, que correu no escalão de veteranos (Maiores de 35), fez o tempo de 00:34:27,134 na prova principal, em representação da equipa Industrial Desportivo Vieirense. Tiago Nuno, da Casa do Benfica em Abrantes, e Tiago Nuno, da Caracol Trail Team, posicionaram-se no 2º e 3º lugar, respetivamente.

Para mais informações poderá aceder à página www.trilhoperdido.com ou contactar a Junta de Freguesia de Tramagal ou Associação de Melhoramentos da Freguesia de Tramagal.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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