Produtos do Médio Tejo. Créditos: TAGUS

O consumo de produtos locais para contribuir para a economia regional, através de dez sugestões de cabazes, é o desafio que a TAGUS e os produtores lançam às comunidades de Abrantes, Constância e Sardoal para esta época natalícia. A Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior preparou propostas a partir dos 20 euros com o que de melhor a região produz.

Vinhos, azeites, queijos, enchidos, compotas, mel, doces, marmeladas, licores, bolachas e cervejas artesanais são as apostas reforçadas pelo apelo, neste ano de pandemia, para a escolha da população passar pelos produtos agroalimentares locais para as suas ofertas de Natal, com o objetivo de contribuir para o escoamento das produções da região.

Este ano, os cabazes de produtos locais apresentam preços entre os 20 e os 40 euros, havendo uma sugestão um pouco mais dispendiosa. Os preços destes artigos, que têm conquistado prémios em concursos nacionais e internacionais, são os mesmos praticados pelos produtores aos consumidores finais.

Há, também, a possibilidade dos clientes comporem os seus próprios cabazes, selecionando os vinhos, azeites, enchidos, doçaria, queijo e cervejas ao seu gosto e à medida da sua carteira.

No catálogo de cabazes de produtos locais há 10 sugestões já com a embalagem pronta para a oferta contemplada.

As encomendas devem ser feitas pelos contactos da TAGUS, através do telefone 241 106 000 ou pelo email tagus@tagus-ri.pt, ou então diretamente no espaço Cá da Terra, em Sardoal, de terça-feira a sábado das 10h00 às 18h00, ou no Welcome Center – Turismo de Abrantes, todos os dias das 10h00 às 19h00.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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