Associação Filarmónica Montalvense celebra 39 anos em atividade. Foto: AFM

A Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro, de Montalvo, Constância, assinala 39 anos de atividade na próxima sexta-feira, dia 24 de janeiro, com um programa de comemorações que se estende até domingo, com concertos, homenagens, noite de fados, desfile de bandas e almoço de aniversário.

A festa começa na sexta-feira, às 20h30, para “cantar os parabéns” na sede da Banda. No sábado há fados na Quinta Dona Maria, às 21h30, com Tina Colaço, Luís Grácio e Alberto Corga.

No domingo 26, às 10h30, haverá lugar a uma missa em homenagem aos músicos e sócios falecidos, seguida de um almoço de aniversário na Casa do Povo, pelas 12h30. O desfile de bandas acontece às 15h00, e, meia hora depois, há lugar a um concerto na Casa do Povo, com a banda anfitriã e com a banda da Sociedade Filarmónica Ferreirense.

Ernesto Maia, Zeferino Pereira, Reinaldo Ferreira, Fernando Gaspar, Aquilino Natividade, Manuel Bernardino e Adelino Louro são os sete nomes a quem se deve a fundação da Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro em 1986.

Associação Filarmónica Montalvense celebra 39 anos em atividade. Foto: AFM

Reinaldo Ferreira assumia então o cargo de primeiro presidente da direção e a escolha do local para a primeira sede, a Junta de Freguesia, foi certamente influenciada pela ligação dos fundadores à esta entidade e à Assembleia de Freguesia.

Ali começaram as primeiras aulas da escola de música, à qual se juntaria, no mesmo ano, a banda filarmónica. Os irmãos Luís e José Patrício foram os primeiros maestro e professor de formação musical, respetivamente. Cerca de uma década depois, em 1997, no mandato de Ana Silvério, a associação passou para a nova e atual sede.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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