Associação de Solidariedade Social Pró-Cultura Professor Silva Leitão, em Bemposta. Créditos: Associação Professor Silva Leitão

A Associação de Solidariedade Social Pró-Cultura Professor Silva Leitão, em Bemposta (Abrantes) celebra o seu 25º aniversário este sábado e domingo, dias 20 e 21 de julho, no recinto de festas da localidade, com arruada, animação musical e muita gastronomia. A Associação tem as respostas sociais de Centro de Dia, Serviço de Apoio Domiciliário e ajuda os mais carenciados através da distribuição de alimentos.

A festa de aniversário arranca no sábado com um peditório com Tintus Brass Band. À noite haverá baile com o Grupo Musicla Vortex e a atuação dos Cantares Chãs de Ourique.

O domingo começa com uma arruada pelos Arrebimbá Fundo, às 9h00, e ao fim da tarde atua o Lena Duo, às 19h00. A atuação do Grupo de Concertinas Terra da Couve tem lugar às 21h00.

Na festa serão servidos almoços e jantares todos os dias havendo também a modalidade de takeaway. Os petiscos são diversos, onde não faltará o tradicional frango assado.

A Associação de Solidariedade Social Pró-Cultura Professor Silva Leitão é uma entidade coletiva, sem fins lucrativos que se rege pelo estatuto das IPSS’s, sendo por inerência uma associação de utilidade publica.

Fundada em julho de 1999, iniciou a sua atividade em 2003. Criada por vontade das filhas do professor Silva Leitão, as quais doaram o terreno (onde o pai abriu a primeira escola) e financiaram o projeto.

A Associação tem como objetivo dar resposta às necessidades das pessoas idosas, em situação de risco ou de perda de independência por período temporário ou permanente, para que se mantenham no seu meio familiar e social, bem com a todos os indivíduos ou famílias que se encontrem em situação de carência ou disfunção familiar/social.

Desta forma, presta serviços em equipamento através das respostas sociais de Centro de Dia e serviços individualizados no domicilio dos utentes (Serviço de Apoio Domiciliário) e também apoio aos mais carenciados através da distribuição de alimentos.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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