The Peorth atuam nos 50 anos da Associação da Presa. Foto: TP

Fundada em 1976, a Associação Recreativa da Presa (AR Presa), situada na freguesia de Alcaravela, concelho de Sardoal, celebra este ano meio século de existência dedicada ao dinamismo cultural e social da região. Para assinalar estas “Bodas de Ouro”, a direção preparou uma jornada festiva para o dia 16 de maio, prometendo um dia de criatividade, convívio e boa disposição.

A manhã começa com o Peddy Paper “À Descoberta da Aldeia”, uma prova por equipas (idealmente com cinco ou mais elementos) que percorrerá cerca de 5,7 km. Com início marcado para as 08h30, após a abertura do secretariado e um café da manhã, o desafio convida participantes de todas as idades a explorar os recantos da Presa.

A inscrição inclui um kit com saco-mochila, chapéu panamá e seguro, além do almoço sentado que reunirá a comunidade após a entrega de prémios, agendada para as 14h30.

Ao longo de cinco décadas, a AR Presa tem sido um pilar na preservação da identidade local, e este evento reflete esse espírito de união. Para além da vertente lúdica, a organização sublinha que “a voz das pessoas e a convivência familiar” são os ingredientes principais desta celebração. Os preços de participação variam entre os 8€ (sócios) e os 15€ (não sócios), com descontos significativos para crianças.

A noite de aniversário culminará com um momento de grande animação musical. A partir das 22h30, o palco será ocupado pela banda The Peorth, num concerto de entrada livre que promete encerrar as comemorações do cinquentenário em ambiente de festa.

As inscrições para o Peddy Paper e para o almoço devem ser formalizadas até ao dia 12 de maio, através dos contactos telefónicos 933 517 141 ou 969 517 352, ou ainda pelo e-mail associacao.presa@sapo.pt.

A organização aconselha o uso de calçado e roupa confortável para aproveitar ao máximo esta “manhã extraordinária”.


Discover more from Médio Tejo

Subscribe to get the latest posts sent to your email.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply