Artesanato ganha espaço próprio no Mercado Municipal de Abrantes. Foto: CMA

A Câmara de Abrantes e a Art’Abrantes – Associação de Artesanato assinaram, na passada quarta-feira, um protocolo que garante à associação a utilização de uma loja situada no primeiro piso do Mercado Municipal.

Esta parceria estratégica pretende transformar o espaço num centro de dinamização dedicado ao artesanato e à promoção dos ofícios tradicionais. Durante a cerimónia, o presidente da Câmara, Manuel Jorge Valamatos, sublinhou a importância de valorizar as produções locais e manifestou a total disponibilidade da autarquia para apoiar a associação, na qual deposita grande confiança.

A assinatura do acordo coincidiu com o primeiro aniversário da Art’Abrantes. Na ocasião, a presidente da associação, Cristina Reis, destacou que a nova loja representa uma conquista significativa para os atuais 36 sócios, dos quais 24 já possuem carta de artesão.

A responsável fez ainda um balanço positivo do primeiro ano de atividade, salientando o sucesso dos nove workshops realizados no mercado e o impacto do projeto “Sentir para criar”, que promove a interação intergeracional e culminará numa exposição artística.

Artesanato ganha espaço próprio no Mercado Municipal de Abrantes. Foto: CMA

O protocolo, com uma vigência inicial de três anos renováveis, estabelece que a Art’Abrantes deverá manter uma programação regular, incluindo a realização de pelo menos duas exposições anuais e ações de formação.

Artesanato ganha espaço próprio no Mercado Municipal de Abrantes. Foto: CMA

Com esta medida, a Câmara Municipal de Abrantes reforça a sua estratégia de apoio a entidades de interesse público, procurando atrair novos públicos e consolidar o Mercado Municipal como um polo de encontro, cultura e desenvolvimento económico na região.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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