Um campo de basquetebol diferente, na Chamusca. Foto: CMC

Quando a arte urbana se junta ao basquetebol, surgem obras como a que pode ser apreciada no campo de Basquetebol localizado no Parque Municipal da Chamusca. Trata-se de uma intervenção artística inédita na região que surge  através de uma parceria entre a Câmara Municipal da Chamusca e a Hoopers, startup portuguesa que está a desenvolver uma plataforma de comunidade para conectar jogadores, fãs e entusiastas do basquetebol.

As duas entidades uniram esforços e procederam à requalificação do campo situado no jardim da vila, que tem sido alvo de várias iniciativas de recuperação e embelezamento paisagístico.

Este campo, com cerca de 440m2, é dedicado exclusivamente à prática do basquetebol e bastante utilizado pela comunidade local para prática informal desta modalidade.

“Irreverente, criativo, colorido e com muita personalidade a requalificação deste espaço pretende trazer mais vida ao parque e unir ainda mais os apaixonados pelo basquetebol, assim como devolver à comunidade um espaço mais aprazível para as famílias que o visitam, pretendendo ser ao mesmo tempo um chamariz para os jovens, que procuram uma tela perfeita repleta de movimento, cores fortes, alegres e apelativas para postar como fundo nas suas contas das redes sociais”, explica a autarquia.

Para Cláudia Moreira, vice-presidente do município, “este projeto é mais uma etapa na requalificação de espaços desportivos e de lazer. Acreditamos que este colorido espaço será mais um dos bons motivos para visitar o nosso jardim e também um convite à prática informal do basquetebol neste colorido local”, afirmou.

O artista urbano Vasco Costa, responsável pelo projeto, explica a sua ideia: “Procurei enquadrar e inspirar-me neste jardim e em tudo o que ele comporta, trazendo para o campo vários elementos que podemos encontrar no meio envolvente, conferindo-lhes uma explosão de cores e formas, que é muito a minha imagem de marca. Estou muito contente com o resultado final”, afirma o artista.

O espaço já se encontra aberto ao público e será realizado um evento para assinalar as suas novas cores no final do mês de julho – data a definir – para ativar a comunidade local de praticantes formais e informais.

Este projeto contou com o apoio e participação da JOPINTO e da Robbialac.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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