A aldeia ribeirinha do Arripiado vai estar em festa. Créditos: CMC

De 15 a 18 de agosto, a aldeia ribeirinha do Arripiado (Chamusca) vai estar em festa com o “Arripiado Arraial de Verão”, o evento que reaviva a ligação da aldeia ribeirinha ao rio Tejo. A festa em honra de São Marcos, o padroeiro da aldeia, realiza-se na zona ribeirinha, entre o Parque Verde e o Cais, e inclui diversas atividades.

As festividades têm início com as cerimónias religiosas, um dos pontos altos do certame. A tradicional procissão fluvial, realiza-se no dia 15, feriado nacional (17H00), no qual se celebra o Dia da Assunção de Nossa Senhora, que, este ano, leva a imagem de São Marcos da margem sul, da aldeia ribeirinha do Arripiado, para se juntar à imagem de Nossa Senhora da Piedade na margem norte, da aldeia de Tancos, em Vila Nova da Barquinha.

No cartaz musical, destaque para os concertos de Safira (16 de agosto às 22h00), Leo & Leandro (17 de agosto, às 22h00) e Custódio Castelo (18 de agosto, às 22h00) com os convidados Rui Tanoeiro, Ana Paula Martins e João Chora.

A festa continua pela noite dentro com bastante animação e com a presença do DJ L_Barral e a banda Los Invictus, respetivamente nos dias 16 e 17 de agosto a partir da meia-noite.

De entrada gratuita, durante o certame não vai faltar artesanato, desporto, tasquinhas, folclore, tradição, Dj, atividades aquáticas com principal destaque para a canoagem ao luar, atividades taurinas, expositores de várias áreas e a tradicional procissão fluvial.

As Festas do Arripiado contam com a organização do Município da Chamusca e da Junta de Freguesia da Carregueira, assim como com a participação ativa do associativismo local.

A aldeia ribeirinha do Arripiado vai estar em festa. Créditos: CMC

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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