Procissão Fluvial das Festas do Arrepiado. Foto arquivo / mediotejo.net

Entre os dias 14 e 16 de agosto, a aldeia do Arripiado, no concelho da Chamusca, realiza as suas tradicionais festas de verão, com um programa que alia música, cultura, gastronomia, desporto e animação, e que deverá levar várias centenas de pessoas a esta aldeia ribeirinha do Tejo.

O cartaz musical reúne nomes de diferentes gerações. A abertura acontece na sexta-feira, dia 14, com o concerto dos NAPA, seguido da atuação do DJ Ricardo Coimbra.

No sábado, dia 15, o palco pertence aos Tara Perdida, banda com uma longa ligação ao rock português, com o DJ Jay Lion a prolongar a festa noite dentro.

O encerramento está marcado para domingo, dia 16, com a Banda da Carregueira (da Sociedade Filarmónica de Instrução e Recreio Carregueirense “Vitória”), que terá como convidado o músico e compositor Jorge Fernando, dando um cunho especial ao último dia dos festejos.

O ponto alto do programa acontece no sábado, dia 15 de agosto, com a tradicional Procissão Fluvial em Honra de São Marcos, padroeiro da aldeia – um dos momentos mais emblemáticos da celebração e da identidade ribeirinha da freguesia.

A procissão tem início às 17h00, seguindo-se a celebração da missa em Tancos (no concelho de Vila Nova da Barquinha), numa manifestação de fé e tradição que reúne a comunidade e preserva um dos costumes mais importantes da freguesia.

Segundo a autarquia, as Festas do Arripiado são um ponto de encontro para a população local, para quem regressa à terra nesta altura do ano e para os visitantes atraídos pelo ambiente junto ao Tejo. Durante três dias, a aldeia volta a viver de portas abertas, num ambiente de convívio e celebração.

A diversidade do programa, que cruza concertos, música de dança e tradição filarmónica, é apontada pela Junta de Freguesia como um dos principais trunfos de uma festa que procura juntar diferentes gerações e manter viva uma tradição com forte peso na identidade local.

Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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