Vitor Leitão morreu no sábado depois de se sentir mal durante um jogo do Inatel. Foto arquivo: mediotejo.net

Vitor Leitão, árbitro de Abrantes, morreu este sábado, aos 56 anos, depois de se ter sentido mal num jogo da Liga Inatel entre o Pontével e o São Facundo. A confirmação do óbito foi dada no local, apesar das manobras de tentativa de reanimação, disse o comandante dos bombeiros do Cartaxo.

O árbitro sentiu-se mal e caiu no relvado no início da segunda parte do jogo da 7ª Jornada da Liga Inatel de Santarém. O jogo tinha começado às 16:00 e o Pontével tinha feito o 1-0 no início do segundo tempo. Pouco depois Vitor Leitão caiu no chão e as tentativas de reanimação foram feitas de imediato por jogadores do São Facundo e da equipa da casa. O alerta foi dado às 17:10, disse ao mediotejo.net o comandante dos bombeiros do Cartaxo, Vítor Pires, que enviou ajuda para o local.

Chamados os bombeiros do Cartaxo e Azambuja, as tentativas de reanimação por parte dos operacionais não surtiram efeito, tendo a paragem cardiorrespiratória sido fatal para o árbitro de Abrantes. O óbito foi declarado no local pela equipa médica de Santarém.

“Foram momentos de muita aflição e um choque enorme o que se viveu aqui no campo de jogos”, disse ao mediotejo.net um dirigente do Pontével, que endereçou as condolências a toda a família do árbitro.

Os jogos deste fim de semana foram todos cancelados, anunciou entretanto a delegação de Santarém da Fundação Inatel.

Também o Clube Desportivo e Recreativo ‘Os Dragões’, de Alferrarede, já emitiu uma nota de pesar. 

“Luto | É com profunda consternação e tristeza que lamentamos o falecimento de Vítor Leitão. Vítor Leitão foi jogador e treinador do nosso clube e era pai de um jogador e do treinador da nossa equipa de seniores. Endereçamos as mais sentidas condolências a toda a família”.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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