O ministro das Infraestruturas esteve esta segunda-feira em Ferreira do Zêzere. Créditos: CMFZ

Depois de no fim de semana ter havido alguma recuperação de energia em Ferreira do Zêzere, sobretudo na zona da vila, esta segunda-feira houve um retrocesso no fornecimento. No domingo o município dava conta de que 66% da população continuava sem luz, mas hoje a falta de eletricidade foi classificada como “generalizada”.

A explicação, segundo o presidente da Câmara, Bruno Gomes, deve-se à necessidade da E-Redes estabilizar as ligações de média tensão, tendo por isso “sacrificado” as linhas de baixa tensão.

Mantêm-se os problemas no abastecimento de água em vários locais do concelho, mas esta segunda-feira começaram a ser finalmente repostas as comunicações em alguns locais, pelas operadoras Vodafone, NOS e MEO.

O ministro das infra-estruturas, Miguel Pinto Luz, esteve em Ferreira do Zêzere para melhor perceber as necessidades do concelho, onde ainda falta quase tudo.

Ao final da tarde estavam 200 operacionais no terreno, a desobstruir estradas e caminhos florestais. A estrada para Castanheira está “encerrada por cedência de talude, por tempo indeterminado”, sendo o acesso alternativo pela estrada de São Pedro de Castro.

A partir desta terça-feira “é aguardada a chegada de equipas de engenharia do Exército Português e de Bombeiros para dar apoio na colocação de lonas” nos telhados danificados – estima-se que mais de 80% das casas do concelho tenham ficado com danos após a passagem da tempestade Kristin.

Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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