André Carvalho e Raquel Reis vão tocar de improviso no Cine-Teatro Paraíso, em Tomar, a 25 de outubro. Créditos: Planos Film Fest

O “Planos Film Fest”, Festival de Curtas-Metragens de Tomar, vai realizar uma antevisão daquela que será a sua 6ª edição. É já no próximo dia 25 de outubro, terça-feira, às 18h30, no Cine-Teatro Paraíso, em Tomar. Esta antevisão do “Planos”, que decorrerá entre os dias 23 e 27 de novembro, propõe levar agora o público numa viagem por alguns dos filmes que fizeram história nas edições anteriores. As curtas serão a inspiração para um concerto de jazz improvisado, pelas mãos de André Carvalho e Raquel Reis. A entrada é livre.

André Carvalho é um contrabaixista e compositor natural de Lisboa, a residir em Nova Iorque desde 2014. Com álbuns editados, ‘Hajime’ (Prémio Carlos Paredes 2012) e ‘Memória de Amiba’ (apoio GDA), foi vencedor de prémios como o Bucharest International Jazz Competition.

O músico, formado pela Manhattan School of Music, já tocou com consagrados nomes da música nacional e internacional, nomeadamente Chris Cheek, Will Vinson, Mário Latavo Dudamel, Carlos do Carmo, entre outros. Atualmente integra o corpo docente da Mark Murphy’s Music em New Jersey, onde leciona contrabaixo e piano.

“Luftmensch” by André Carvalho | “Lost in Translation”

Raquel Reis estudou com Isabel Boiça no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian e foi galardoada com primeiros prémios no Concurso de Interpretação das Caldas da Rainha, no Samuel and Elinor Thaviu Endowed Scholarship Competition in String Performance e no Winnetka Music Club Scholarship.

Mestre em String Performance pela Northwestern University School of Music, em Chicago, integra o Trio Pessoa e é membro da Orquestra Gulbenkian desde setembro de 2007.

Raquel Reis (cello) plays Havun Havun, by Grigor Narekatsi

O Festival Internacional de Curtas-Metragens de Tomar realiza-se desde 2016 e tem-se afirmado como um espaço de reflexão e divulgação de novas produções cinematográficas, de curta duração, a nível mundial.

“Filmes de todos para todos” é o mote desta 6ª edição, que surge em formato manifesto e que se aplica também a todo o background histórico do festival. “Numa viagem pelo mundo, o Planos surge como uma janela em que diversos olhares se cruzam, em que conhecemos diversas estórias e observamos diferentes culturas, comunidades e identidades, numa seleção eclética e inclusiva em estilos e temas, que transformam a visão do espectador e o enriquecem. O Planos é drama, mas também é comédia. É fantasia, mas também realidade. É, pois, de todos, para todos”, pode ler-se na página do Festival.

Jéssica Filipe

Atualmente a frequentar o Mestrado em Jornalismo na Universidade da Beira Interior. Apaixonada pelas letras e pela escrita, cedo descobri no Jornalismo a minha grande paixão.

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