No âmbito da programação do Virgínia para o primeiro trimestre de 2025, o espetáculo de dança e novo circo “MUDA”, com direção artística de Clara Andermatt, fecha a programação de fevereiro, no dia 28, numa sessão que resulta de uma parceria entre a companhia Clara Andermatt e o Instituto Nacional de Artes do Circo.
A fadista Ana Moura abre o programa de março, no dia 01, às 21:30, com “Casa Guilhermina”, título do seu sétimo álbum de estúdio, com a manhã desse dia a ser dedicada aos mais pequenos, com “LU.NA” – um espetáculo para bebés até 3 anos.
A magia chega ao Virgínia a 08 de março, com a sessão de ilusionismo “Hora Vazia”, de José Pereira (Zé Mágico), no sábado, dia 9, a peça “Raízes que me contam”, pelo Teatro Meia Via, sobe ao palco da Casa da Cultura Luís António Trincão, em Lapas, e, no dia 15, haverá lugar a uma sessão matinal de “Leituras Encenadas”, de promoção do livro e da leitura.
Integrado nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, o Virgínia promove dia 15 de março, às 21:30, uma homenagem ao músico e cantor Pedro Barroso, que morreu em 2020 e que cresceu e residia em Riachos, com o espetáculo “Viva quem canta”.
A tarde de 22 de março será dedicada a espetáculos musicais de artistas locais, como os Cruz de Ferro, Dog’s Bollocks, Hadessa, Teresa Tapadas, Tiago Amado e Carla Frias a atuarem na Black Box da Central do Caldeirão, e a noite será dedicada à dança, com o Balé Teatro Guaíra, companhia de dança proveniente do Paraná, Brasil.
No dia 28 de março, a proposta é para ouvir o “Largo da Memória”, álbum de estreia do Projeto Pouca Pena, dos músicos Daniel Pereira Cristo, Luís Peixoto e Ricardo J. Martins, e, no dia seguinte, estreia-se a peça “Tulpa”, pelo Grupo de Teatro Juvenil do Virgínia.
A fechar a programação, que contempla ainda sessões semanais de cinema ao longo de todo o trimestre, o Teatro Virgínia leva no dia 30 de março, à Igreja do Paço, o Ensemble de Metais de Leiria, no âmbito do ciclo de música de câmara Choral Phydellius.
Os ingressos estão à venda na bilheteira local (de segunda a sexta-feira das 11:00 às 12:30 e das 15:00 às 18:30), nos pontos aderentes Fnac, Worten ou em bol.pt .
A nova temporada do Virgínia principiou no dia 11 de janeiro, com Olavo Bilac a partilhar o palco com a Banda da Sociedade Velha Filarmónica Riachense. A peça “Raízes que me contam”, pelo Teatro Meia Via, esteve em cena no Teatro Maria Noémia, nos dias 24 e 25 e janeiro, passando depois pela Casa do Povo de Riachos (15 de fevereiro) e pela Casa da Cultura Luís António Trincão, em Lapas, a 09 de março.
A programação de janeiro terminou no dia 25 com o espetáculo de humor “Aura Super Jovem”, com o ator Salvador Martinha a assinalar o regresso ao ‘stand-up’.
A programação de fevereiro abriu no dia 01, na Black Box da Central do Caldeirão, com um Concerto para Grávidas, de manhã, e nesse mesmo dia, à noite, a companhia Erva Daninha levou a peça de novo circo “Parque Central” para o palco do Virgínia.
Na manhã de 08 de fevereiro, António Pedro e Caroline Bergeron apresentaram o espetáculo “Tocas” no Virgínia, com um “concerto performance” de laboratório criativo, sendo a noite dedicada à atuação do músico e produtor Stereossauro, que apresentou em palco “+351”, título do seu último projeto.
No dia 14 de fevereiro, o Festival Às vezes o Amor levou a música da lusofonia ao Teatro Virgínia, com a atuação da artista luso-cabo-verdiana Lura . No sábado, dia 15, a peça “Raízes que me contam”, pelo Teatro Meia Via, subiu ao palco da Casa do Povo de Riachos.
A programação pode ser consultada em detalhe AQUI, em www.teatrovirginia.pt.
