Alviobeira recebe Festival de Folclore e reafirma resiliência cultural. Foto arquivo: Luís Ribeiro

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Alviobeira organiza este sábado, dia 18 de abril, o seu Festival de Folclore. O evento cultural, que integra as comemorações dos 38 anos da coletividade, promove a música, os cantares e os trajes tradicionais, juntando em palco seis grupos de vários pontos do país.

Integrado num programa de aniversário que este ano reflete sobre os “Caminhos da Migração e Emigração”, o festival terá lugar no Centro Recreativo e Cultural de Alviobeira, em Tomar.

A receção aos convidados está marcada para as 18h00, com o início das atuações previsto para as 21h30. Além da anfitriã, a iniciativa contará com a participação especial do Coro Polifónico da SRMP (Pedreira – Tomar) e a presença do Rancho Regional da Casa do Povo de Ílhavo, do Grupo de Danças e Cantares Regionais do Faralhão (Setúbal) e do Grupo Folclórico Etnográfico da Granja do Ulmeiro (Soure).

Para além da vertente cultural, esta iniciativa assume um papel de relevo na recuperação da normalidade da vida comunitária, após o período de intempéries que afetou recentemente a freguesia.

Após o sucesso do evento gastronómico “Abril Sopas Mil”, realizado no último domingo, a coletividade continua assim a afirmar-se como um pilar essencial na preservação das tradições locais.

As celebrações do 38.º aniversário culminarão no próximo dia 24 de abril, com a Gala “Travessias”, que encerra a programação temática dedicada à memória coletiva e à identidade regional. O espetáculo sintetizará a narrativa histórica da emigração portuguesa através da música e da coreografia.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *