Detetives do Clima é um projeto educativo gerido Agência Espacial Europeia

A equipa Etxis da Escola Secundária de Ponte de Sor representou Portugal no Evento de Celebração e Aprendizagem da 6° edição dos Detetives do Clima, no ESRIN –Centro de Observação da Terra da ESA em Frascati, Itália, nos dias 20 e 21 de maio.

Nesta edição estiveram reunidas todas as equipas vencedoras a nível europeu que durante dois dias apresentaram, partilharam e debateram os resultados científicos alcançados nos seus projetos de investigação com uma plateia de técnicos e engenheiros de enorme importância no universo das alterações climáticas e da indústria aeroespacial.

Estiveram representados nesta edição do evento de Aprendizagem e Celebração dos Detetives do Clima 15 países europeus e mais de 100 estudantes com idades entre os 12 aos 19 anos, que, pela multiculturalidade, diversidade de idades e excelência dos resultados alcançados nas suas investigações, “enriqueceram a comunidade científica, abrindo novos caminhos para o futuro”, lê-se em nota de imprensa.

A visita ao ESRIN – Centro de Observação da Terra da ESA, foi outros dos momentos altos desta experiência de campeões, onde a realização de dois workshops técnicos: o Hands-on Lab organizado pelo Space42, e a exploração de imagens das missões Copernicus através do Copernicus Browser; contribuíram para a consolidação da aprendizagem dos conhecimentos da equipa Etxis e dos seus colegas europeus.

A esta comitiva de vencedores, juntou-se o diretor do Agrupamento de Escolas de Ponte de Sor, Manuel Andrade, que, “orgulhosamente”, participou em todas as atividades e criou as relações internacionais necessárias para proporcionar mais iniciativas desta natureza na Comunidade Educativa da qual faz parte, e em muitos casos, representa.

Climate Detectives é um projeto educativo gerido Agência Espacial Europeia.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

Leave a Reply