Idosos em convívio. Foto: CMC

O 1º Encontro de Universidades e Academia Sénior do Concelho da Chamusca decorreu no Campo Municipal de Futebol da vila e juntou 68 alunos, oriundos das cinco Universidades e Academia Sénior do concelho.

A iniciativa, inserida na Ação 2 | Sabedor’Idade do projeto Chamusca Abraça CLDS 4G (projeto de Intervenção Comunitária que visa a inclusão de grupos com maior fragilidade do Concelho da Chamusca) contou com a organização do projeto Chamusca Abraça CLDS 4G em parceria com o Município da Chamusca.

De acordo com a organização esta ação visa a dinamização de atividades de desenvolvimento pessoal, promotoras do envelhecimento ativo, do bem-estar biopsicossocial e da manutenção da autonomia, através da promoção de atividades de lazer, animação e desportivas, assim como de momentos que privilegiem a interação entre pares e proporcionem vivências conjuntas de dinâmicas socioculturais.

Durante a manhã os alunos tiveram a oportunidade de participar na primeira edição dos “Jogos para Todos”, atividade dinamizada pelos técnicos de Desporto do Gabinete de Desporto no Município da Chamusca, numa saudável e bem-disposta competição entre Universidades e Academia sénior, em que o objetivo principal foi o convívio, a diversão e a partilha.

O convívio continuou depois do almoço, com uma matiné dançante, ao som do grupo musical Pica Cebolas.

O evento que marcou o fim do ano letivo 2021/22 contou com a presença de Paulo Queimado e de Cláudia Moreira, presidente e vice-presidente da Câmara Municipal da Chamusca, respetivamente e de Nuno Castelão e de Vítor Claro, provedor e mesário da Santa Casa da Misericórdia da Chamusca, respetivamente.

Da classificação geral dos jogos “Jogos para Todos” destaca-se o prémio: Equipa + Competitiva, para a Universidade Sénior da Carregueira; Equipa + Afoita, atribuído à Universidade Sénior da Chamusca e Pinheiro Grande; Equipa + Fair Play para a Universidade Sénior de Ulme e Semideiro e Equipa + Divertida atribuída à Academia Sénior da Parreira e Chouto.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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