Os amantes do desporto aventura e do BTT têm um Centro moderno de apoio no Arripiado, Chamusca

As regiões do Alentejo e do Ribatejo vão ter mais de 3.000 quilómetros de percursos cicláveis, anunciou a Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), que iniciou esta semana o processo de pré-homologação. O projeto ‘Cycling Alentejo e Ribatejo’, iniciativa da Entidade Regional de Turismo (ERT), deverá estar concluído no final deste ano, segundo um comunicado divulgado pela Federação.

Nessa altura, as duas regiões terão 3.105 quilómetros de percursos, dos quais 1.369 de BTT (Bicicleta Todo-o-Terreno), 931 de estrada e 805 de gravel (caminhos não pavimentados). Além dos percursos, existirão oito centros ‘Cyclin’Portugal’ (infraestruturas de apoio aos ciclistas em diversas áreas), em Almodôvar, Arripiado (Chamusca), Arronches, Castelo de Vide-Marvão, Coruche, Ourique, Portalegre e Serra d’Ossa.

Alentejo e Ribatejo vão ter mais de 3.000 quilómetros de percursos cicláveis. Foto: DR

A homologação de percursos cicláveis por parte da FPC, ao abrigo do projeto ‘Cyclin’Portugal’, insere-se numa estratégia de afirmação de Portugal como destino para a prática de turismo com bicicleta, de acordo com o vice-presidente do organismo, Sandro Araújo, citado no comunicado.

“A parceria com o projeto ‘Cycling Alentejo e Ribatejo’ permitirá identificar e ativar uma vasta rede de percursos de estrada, BTT e gravel para diferentes públicos, do nível iniciado até ao mais avançado”, disse o também coordenador do programa nacional ‘Ciclismo para Todos’.

O desenvolvimento de uma rede de percursos cicláveis homologados pela FPC pretende, ainda, de acordo com a página do projeto ‘Cyclin’Portugal’ na internet, facilitar a “regulamentação e orientação da prática da modalidade na natureza e em áreas protegidas”.

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c/LUSA

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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