Aldeia da Criança assenta arraiais até domingo no Parque Ambiental de Santa Margarida. Foto ilustrativa: DR


O Parque Ambiental de Santa Margarida, na freguesia de Santa Margarida da Coutada (Constância), vai receber entre sexta-feira e domingo a Aldeia da Criança, com muitas atividades e oficinas para míudos e graúdos. A iniciativa, que inicia às 15h00 de sexta-feira, conta ainda com insufláveis, pinturas faciais, teatro de marionetas, esculturas de balões, jogos tradicionais, tasquinhas, mercado e bailarico. O evento decorre todos os dias até às 20h00, abrindo às 10h00 no sábado e domingo.

A iniciativa passa por transformar o Parque Ambiental numa aldeia em ponto pequeno, para que os “compadres e primos” convidados possam viver mais uma aventura, designadamente descobrir as profissões e ofícios dos nossos avós. Esta atividade conta com cerca de 10 oficinas práticas e quadros figurativos, formando um conjunto de 10 quadros etnográficos da região saloia. Ofícios antigos que acabariam por servir as gentes da cidade com a venda de produtos e serviços originários do campo.

Ao longo do percurso os “compadres ou primos” vão descobrir cerca de 10 personagens e 10 espaços diferentes. Serão desafiados a fazer oficinas, a assistir a algumas recriações e a aprender os pregões de cada profissão.

Esta atividade para alem de ser uma experiência rica no que diz respeito ao contacto com as personagens, suas historias e conteúdos, permite aos professores e educadores colher uma serie de material para construção de atividades na sala de aula, de modo a complementar e relembrar a aventura que viveram.

Os objetivos passam por: Atividade que celebra junto às escolas e famílias a etnografia da região; Apresentação de 10 quadros etnográficos da região; Realização de 10 oficinas práticas; Recriação de 10 quadros figurativos com demonstrações ao vivo; Difusão de figuras típicas e seus pregões tradicionais; Descobrir o léxico e dizeres tradicionais saloios; Divulgar o espaço e atividades no parque ambiental; Divulgar conteúdos e materiais resultantes das atividades no parque; Promover atividades de continuidade nas escolas e centros dia, resultante desta aventura; e Estabelecer um paralelo entre as atividades do campo e a forma como chegam à cidade.

A iniciativa conta ainda com insufláveis, pinturas faciais, teatro de marionetas, esculturas de balões, jogos tradicionais, tasquinha, mercado e bailarico.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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