Alcanena Walking Festival de 20 a 22 de maio em Monsanto. Foto: DR

A edição de 2022 do Alcanena Walking Festival realiza-se de 20 a 22 de maio, na freguesia de Monsanto, num programa que convida a 10 diferentes tipos de caminhadas, oficinas de atividades económicas locais e danças tradicionais, showcookings e animação musical com bailes folk – atividades que assumem um papel de destaque, entre muitas outras.

Assim, o Festival regressa este ano com uma oferta de 10 caminhadas com identidades distintas que pretendem oferecer diferentes experiências aos participantes. Às caminhadas juntam-se três oficinas (Velas, Vassouras de Palma e Artigos em Pele), três showcookings (Tordo, Cachola e Licores), e um Baile Folk com oficina de Danças Tradicionais.

Além disso, o Ponto de Encontro, epicentro de Festival, vai ter um espaço de secretariado, um outro de exposição e venda de produtos locais, um espaço de comes e bebes e ainda um outro de atividades com alguns Jogos Tradicionais, entre outros.

Este Festival tem como objetivo dar a conhecer o território, as gentes e as suas tradições e proporcionar um espaço de convívio e interação entre a população e os participantes.

A sua primeira edição decorreu em 2017, com um programa de caminhadas descentralizado no território, no qual foram explorados alguns dos percursos pedestres do concelho de Alcanena. A partir da segunda edição, o AWF passou a ser acolhido pelas Freguesias do Concelho e teve lugar na Serra de Santo António, em 2018 e em Bugalhos, em 2019.

A programação do Alcanena Walking Festival pode ser consultada em https://www.facebook.com/WFAlcanena .

Além do Facebook, o Festival está também:
no https://www.instagram.com/alcanenawalkingfestival/
no https://www.youtube.com/channel/UCrrU44ed8UVdqTJlf6AJEpQ/featured e
no https://twitter.com/AlcanenaWF

Nestas páginas podem ser consultados todos os conteúdos divulgativos do Alcanena Walking Festival.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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