Joana Cota apresentou o seu mais recente CD na edição de 2022 da Mostra Cultural de Monsanto, terra natal da fadista. Foto: Luís Carmo

A fadista Joana Cota o seu mais recente trabalho intitulado “Refúgio” na abertura de Mons’Arte, evento que decorre até este domingo, dia 19, e que envolve vários artistas naturais de Monsanto, Alcanena. O concerto realizou-se no adro da Igreja e teve o apoio artístico da Academia de Dança de Alcanena.

Num espetáculo muito aplaudido pelo público presente, rendido à voz e à interpretação dos seus fados, Joana Cota, natural de Monsanto, foi acompanhada por Nuno Cirilo na guitarra portuguesa, Miguel Monteiro na viola portuguesa, por Eduardo Costa no baixo, e por Paulo Vieira na bateria.

Fotogaleria de: Luís Carmo

A Freguesia de Monsanto acolhe entre os dias 17 e 19 de junho a segunda Edição do “Mons’arte – Mostra Cultural da Freguesia de Monsanto”, uma iniciativa que “visa incentivar, dar oportunidade e mostrar o talento nas áreas da Escrita, Escultura, Música e Pintura”, dando destaque aos trabalhos das pessoas nascidas e/ou residentes na freguesia. 

Durante os três dias de programação, vai ser possível assistir-se a apresentações de livros e encontros com escritores, sessões de teatro, audições musicais, exposições de trabalhos artesanais e criativos para crianças, entre outras atividades.

A Junta de Freguesia de Monsanto, entidade organizadora do certame, destaca como um dos pontos altos do evento o espetáculo de lançamento do novo CD “Refúgio”, da fadista de Monsanto, Joana Cota. O espetáculo decorreu na sexta-feira, junto à Igreja Matriz da localidade, e marcou o primeiro dia do evento.

De entrada livre, a mostra cultural conta com mais de 40 participantes, com idades compreendidas entre os 6 e os 88 anos. 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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