Alcanena inaugurou a 5 de outubro as obras de requalificação do Estádio Municipal Joaquim Maria Baptista. Foto: CMA

Integrada nas comemorações da Implantação da República, teve lugar, no dia 5 de outubro. a inauguração da requalificação do Estádio Municipal Joaquim Maria Baptista, em Alcanena, uma empreitada que representou um investimento global na ordem de um milhão de euros.

A empreitada de requalificação do Estádio Municipal de Alcanena, adjudicada à firma SECAL – Engenharia e Construções, SA, incluiu a requalificação do edificado de apoio, designadamente a bancada do estádio, balneários e instalações sanitárias, reformulação do bar de apoio, da zona de lavandaria e da zona técnica de apoio.

Foram também criadas condições de acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada, garantindo a acessibilidade à bancada e às instalações sanitárias.

Os trabalhos incluíram, ainda, a requalificação dos espaços da entrada principal, da vedação e das instalações sanitárias públicas, da área de bilheteira e zona de apoio, assim como a melhoria de condições para a Pista de Atletismo, com a criação de zona de apoio para a Casa do Povo de Alcanena e para o Centro Municipal de Marcha e Corrida.

Alcanena inaugura obras de requalificação do Estádio Municipal Joaquim Maria Baptista. Foto: CMA

A cerimónia contou com as intervenções do presidente da Câmara Municipal de Alcanena, Rui Anastácio, do vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Rui Manhoso, e do diretor da Associação de Futebol de Santarém, Luís Sousa, e com as presenças dos vereadores da Câmara Municipal local, deputados da Assembleia Municipal, presidentes e representantes das Juntas de Freguesia e Uniões de Freguesia do concelho e do Comandante dos Bombeiros Municipais de Alcanena.

Após a inauguração, teve lugar o Jogo de Inauguração, disputado pelas equipas do AC Alcanenense e do FC Alverca.

Alcanena inaugura obras de requalificação do Estádio Municipal, um investimento global na ordem do milhão de euros. Foto: CMA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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