O executivo de Alcanena e a empresa Joaquim Francisco Inácio, Sucessores, S.A., celebraram o “contrato promessa de permuta de imóveis”, que visa à utilização do edifício da antiga Fábrica Mota pelo município. O acordo entre ambas as partes está integrado no ‘Projeto Couros’.
De acordo com informação divulgada pelo município de Alcanena, “as partes acordaram permutar entre si, parte do prédio urbano sito no Cerrado, Alcanena, que integra a antiga Fábrica Mota, cum uma área total de 16.330,07 m2, propriedade de Joaquim Francisco Inácio, Sucessores, S.A., e o prédio rústico sito no Poço Frade, São Pedro, com uma área total de 27.750 m2, propriedade do município”.
O interesse do imóvel que integra os escritórios e a fábrica prende-se com o facto do “interesse histórico e arquitetónico do edifício”. Recorde-se que o objetivo do ‘Projeto Couros’ visa a “reabilitação da zona baixa de Alcanena”, que implica a “renaturalização e a reabilitação” de alguns dos edifícios existentes no espaço.
O município de Alcanena vai pagar à empresa Joaquim Francisco Inácio, Sucessores, S.A., o valor de 184.550,00 euros que corresponde “à diferença entre os dois imóveis”, aquando do acto de escritura pública.

Havia cá em Vila Moreira uma pessoa lunática regressado das ex colonias que um dia pretendeu montar uma fábrica de curtumes.
Assim se dirigiu a um senhor comerciante de coiros da Serra de Santo António no sentido de lhe começar a fornecer a sua matéria prima.
Veja bem se me consegue abastecer de peles, vou arrebentar com a concorrência, só fica a casa Mota e é se ficar, exclamou.
Coitado ele já faleceu, falido e até a casa Mota já não existe.
Tenho grande pena pois foi o patrão de meu pai que ganhou para eu ser alguém na vida.