Câmara Municipal de Alcanena iluminada com as cores ucranianas. Foto: CM Alcanena

Foi através de um ponto de situação – em conformidade com a estratégia de apoio desencadeada no âmbito da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) para o transporte e acolhimento de agregados familiares na região – que Alcanena identificou, numa primeira fase, disponibilidade para acolher 50 pessoas.

“Este trabalho continua em construção e conta com a colaboração da Rede Social e demais munícipes que disponibilizaram residências de acolhimento”, refere o município no ponto de situação divulgado, sublinhando que o acolhimento de cada agregado implicará um acompanhamento nas diversas áreas, como a da saúde, escola, trabalho, apoio emocional e social.

O município alcanenense abriu também o espaço “SOS Ucrânia”, a funcionar no Mercado Municipal, para proceder à recolha e envio de bens para as comunidades de refugiados. O funcionamento da estrutura é assegurado por munícipes voluntários e pela Ordem de Malta, referindo a autarquia que “neste momento, é importante ampliar a rede de voluntários para garantir a recolha e acondicionamento dos bens”.

O funcionamento do espaço SOS Ucrânia tem sido assegurado através de uma bolsa de voluntários. Foto: CM Alcanena

O município alcanenense incita todos aqueles que queiram ajudar através da doação de produtos (bens alimentares, produtos de higiene, brinquedos, artigos de puericultura), a fazê-lo através da sua entrega nas Juntas de Freguesia ou no referido espaço SOS Ucrânia, mostrando-se igualmente aberto à disponibilização de alojamento por parte dos munícipe.

Para mais informações deve-se contactar o Serviço de Ação Social da autarquia através do telefone 249 891 455, do email social@cm-alcanena.pt, ou presencialmente (Rua da Cova, n.º 6, 2380 – 051, Alcanena). Já o Espaço SOS Ucrânia, no Mercado Municipal de Alcanena, pode ser contactado através do telefone 249 881 978.

Rafael Ascensão

Licenciado em Ciências da Comunicação e mestre em Jornalismo. Natural de Praia do Ribatejo, Vila Nova da Barquinha, mas com raízes e ligações beirãs, adora a escrita e o jornalismo.

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