Diminuição de oxigénio motivou morte de peixes no rio Alviela. Foto ilustrativa: DR

A Aquanena, empresa municipal de águas e saneamento de Alcanena, anunciou hoje estar a analisar um episódio de peixes mortos no rio Alviela, ocorrido no domingo, 17 de setembro, na freguesia de Bugalhos, tendo registado uma diminuição dos níveis de oxigénio.

As “amostras recolhidas” pela Aquanena “e analisadas em laboratório”, indicam que “na zona da Ponte da Azenha se registava um abaixamento dos níveis de oxigénio para valores inferiores ao que seria recomendável para a biodiversidade”, tendo a empresa dado conta, em nota informativa, que, sendo uma “área de rio com água represada”, as “primeiras chuvas intensas” podem “propiciar o levantamento dos sólidos depositados no fundo e o abaixamento dos níveis de oxigénio”.

O episódio de peixes mortos no rio Alviela, na zona da Ponte da Azenha, no lugar de Filhós, na freguesia de Bugalhos, ocorreu no domingo, dia 17 de setembro, tendo a equipa de fiscalização da Aquanena sido chamada ao local, após “notificação por parte do executivo da Junta de Freguesia de Bugalhos e do Município de Alcanena, onde recolheu diversas amostras e efetuou medições de campo, tendo hoje anunciado os resultados da inspeção.

As amostragens e monitorizações ocorreram, na zona da Ponte da Azenha, mas também a montante (à saída da ETAR de Alcanena e cerca de 1 Km a jusante da mesma, no Ribeiro do Carvalho) e a jusante deste local (zona do Moseiro, em Louriceira e zona da Secalina, em Vaqueiros, ambos no rio Alviela).

A Aquanena indica ainda que, “neste período, não se verificou qualquer funcionamento anormal da ETAR de Alcanena, tendo sido mantidos os níveis paramétricos normais à saída do efluente”, e que “não foi realizada qualquer descarga de efluente não tratado, tendo o elevado caudal sido totalmente acomodado nos tanques existentes” na ETAR.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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