Alcanena decreta luto municipal pela morte do presidente da Junta de Freguesia de Moitas Venda, Álvaro Capaz Gonçalves. Foto: CMA

O presidente da Câmara da Alcanena decretou um dia de luto municipal pela morte de Álvaro Capaz Gonçalves, presidente da Junta de Freguesia de Moitas Venda. No despacho assinado, é decretado dia de luto municipal no domingo, 11 de fevereiro, com Rui Anastácio a apresentar condolências pelo desaparecimento de uma “pessoa de profunda dedicação à sua freguesia e ao seu concelho”.

“É com profundo pesar e tristeza que informamos do falecimento do Presidente da Junta de Freguesia de Moitas Venda, Álvaro Gonçalves, pessoa de profunda dedicação à sua freguesia e ao seu concelho. Por despacho do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Alcanena, Rui Anastácio, é decretado dia de Luto Municipal o dia 11 de fevereiro de 2024. Apresentamos as condolências aos seus familiares e amigos”, pode ler-se na informação publicada pelo município de Alcanena.

Álvaro Santos Capaz Gonçalves, que faleceu no dia 9 de fevereiro no hospital de Torres Novas, aos 74 anos, era presidente da Junta de Freguesia de Moitas Venda, cargo que desempenhava desde 2013, sendo, por inerência, membro da Assembleia Municipal entre 2013-2017, 2017-2021 e 2021 até ao presente.

Tendo destacado o cidadão e autarca Álvaro Gonçalves como “um cidadão profundamente dedicado, interveniente e participativo na vida pública do Concelho de Alcanena e da Freguesia de Moitas Venda”, o presidente do município, Rui Anastácio, determinou apresentar, em nome da Câmara Municipal de Alcanena, as condolências à sua família e decretar o dia 11 de fevereiro como dia de Luto Municipal, com a colocação da bandeira do Município a meia haste em todos os edifícios municipais.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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