GEOTA venceu prémio internacional com projeto de remoção de açude no Alviela, em Louriceira, Alcanena. Foto arquivo: mediotejo.net

O Alcanena Green Week, a decorrer desde 1 de junho, vai acolher duas sessões temáticas, uma sobre “Responsabilidades e Boas Práticas na Conservação e Reabilitação das Linhas de Água”, na terça-feira, e uma outra, na quarta-feira, 5 de junho, Dia Mundial do Ambiente, com o mote ‘Políticas Ambientais nos 50 Anos da Democracia”.

A sessão temática sobre “Responsabilidades e Boas Práticas na Conservação e Reabilitação das Linhas de Água”, vai decorrer na terça-feira, dia 4 de junho, às 18:00, no Edifício-sede da União das Freguesias de Malhou, Louriceira e Espinheiro, em Louriceira.

O programa inicia às18h00, com abertura e enquadramento por Susana Fernandes, Administradora Regional da ARH do Tejo e Oeste, seguido do painel “Responsabilidades e boas práticas na limpeza e desobstrução das linhas de água”, por Edgar Mesquita e Helena Alves, da APA/ARH do Tejo e Oeste.

Às 18h30 será abordado o “Programa Rios Livres: promover, proteger e restaurar os rios – Intervenções no rio Alviela”, por Catarina Miranda, do GEOTA, ao que seguirá, às 18h50, o painel “Projeto Couros: solução de renaturalização da área envolvente ao Ribeiro do Carvalho e à Ribeira dos Algares”, com Aldo Freitas, da Ecosalix.

O espaço de debate está previsto para as 19h10, com a sessão de encerramento a cargo de Nuno Silva, vereador na Câmara de Alcanena com os pelouros do Ambiente e Energia.

No Dia Mundial do Ambiente, quarta-feira, 5 de junho, a sessão temática vai incidir sobre “Políticas Ambientais nos 50 Anos da Democracia”, às 17h30, no auditório da Câmara Municipal de Alcanena.

O momento inicia com o painel “Reflexões sobre o passado, o presente e o futuro do Ambiente em Portugal e na Europa”, por José Alho, vice-presidente da CCDRLVT, ao que se seguirá uma intervenção sobre os “45 anos de PNSAC – Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros”, por Maria João Botelho, coordenadora do APRODER.

Às 18h25 debater-se-á “O papel das ONGA na promoção, proteção e valorização do Ambiente em Portugal”, por Sara Correia, coordenadora da Área dos Recursos Hídricos da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, com Gabriel Feitor, investigador de história local, a usar palavra no painel “Como os problemas ambientais condiciona(ra)m o desenvolvimento de Alcanena”, seguido de debate e sessão de encerramento com o vereador Nuno Silva.

Primeiros dias da Green Week dedicados às crianças e à alimentação saudável

⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠A terceira edição do evento Alcanena Green Week decorre desde sábado, dia 1 de junho, assinalando o Dia Mundial da Criança, até dia 5 de junho, assinalando o Dia Mundial do Ambiente.

Na tarde de dia 1, sábado, decorreram atividades de animação e de sensibilização ambiental para toda a família, no Jardim da República, na vila de Alcanena, na iniciativa Parque do Planeta, onde as crianças e famílias puderam experimentar alimentação saudável e com base na dieta mediterrânica, na Food Truck do projeto “Literacia alimentar & Dieta Mediterrânica no Médio Tejo”, brincar nos insufláveis, nos barquinhos no lago e na gincana de bicicletas e quadriciclos da Escola Fixa de Trânsito de Alcanena, participar em jogos ambientais, assim como experimentar ténis, fazer pinturas faciais e interagir com os animais do Canil/Gatil Intermunicipal do Médio Tejo.

No domingo, dia 2, realizou-se a caminhada interpretativa e comemorativa dos 50 anos da realização dos primeiros trabalhos arqueológicos da Gruta da Marmota, na localidade de Raposeira, União das Freguesias de Alcanena e Vila Moreira. A caminhada contou com muitos participantes que percorreram um percurso que ligou dois locais arqueológicos do concelho de Alcanena, a Lapa da Galinha, em Vila Moreira, e a Gruta da Marmota, na Raposeira.

Neste dia, subordinado ao tema da Agricultura e Alimentação Sustentável, a tarde foi dedicada à prova de “Sopas da Aldeia”, em Vale Alto, onde, após o almoço, decorreu uma sessão sobre o tema do dia, com a participação de Paulo Carvalho, da Vivid Foods, de Filipa Silva, da Associação ZERO, e de Luís Melo, do projeto “Ouro Líquido”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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