Faleceu o ex-presidente Luís Azevedo — três dias de luto em Alcanena. Foto: CMA

O antigo presidente da Câmara de Alcanena, Luís Manuel da Silva Azevedo, faleceu no domingo, 30 de novembro. Em sua homenagem, o município decretou três dias de luto municipal e aprovou um voto de pesar.

Luís Azevedo liderou o executivo municipal entre 1996 e 2009, após uma década como vereador (1986–1996). Exerceu o cargo de presidente da Câmara de Alcanena durante vários mandatos, inicialmente eleito pelo Partido Socialista (PS) e, a partir de 2001, como líder de um movimento independente (ICA – Independentes do Concelho de Alcanena), sempre com maioria absoluta.

Ao longo da sua carreira pública, destacou-se pela dedicação ao desenvolvimento do concelho e pela participação ativa em diversas estruturas intermunicipais, incluindo a antiga Associação de Municípios do Médio Tejo, a Comunidade Urbana e a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, a Resitejo e a TagusGás.

No movimento associativo, esteve igualmente ligado ao Atlético Clube Alcanenense, onde foi atleta, vice-presidente e mais tarde presidente da direção.

A autarquia sublinha que o ex-autarca deixa “um legado de dedicação à causa pública” e uma marca indelével na história democrática local.

Na nota divulgada pelo município, e assinada pelo presidente da Câmara, Rui Anastácio manifestou o seu “profundo pesar” e endereçou os sentimentos à família.

Também o Atlético Clube Alcanenense já manifestou “profundo pesar” pelo falecimento de Luís Manuel da Silva Azevedo, atual presidente da Assembleia Geral e antigo presidente do clube.

Reconhecido pela dedicação ao clube e ao concelho, a instituição endereçou sentidas condolências à família e amigos.

O corpo estará em câmara ardente, hoje, dia 1 de dezembro, das 14:30 às 18:00, no Salão Nobre do edifício dos Paços do Concelho.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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