Foto da Assembleia de Alcanena de 5 de junho de 2020. Foto: mediotejo.net

Pelas redes sociais, nas reuniões de Câmara e na Assembleia Municipal de sexta-feira, 5 de junho, Dia Mundial do Ambiente, têm sido recorrentes as queixas do regresso de focos ocasionais de poluição em Alcanena, nomeadamente os maus cheiros. Com a a fiscalização ambiental a passar para a empresa municipal AQUANENA, pedem-se explicações ao município. A presidente, Fernanda Asseiceira (PS), tem afirmado exercer uma ação diária de fiscalização e prevenção, acorrendo sempre que há denúncias.

O tema tem surgido da parte da oposição dos Cidadãos por Alcanena nas reuniões de Câmara e na sexta-feira partiu do próprio público: uma única moradora que conseguiu marcar presença na sessão da assembleia municipal, apesar de alguma confusão quanto à abertura ou não dos trabalhos à população.

Fernanda Asseiceira tem reiterado, inclusive face a questões do mediotejo.net, o trabalho de fiscalização permanente da AQUANENA, numa ação diária face a denúncias de eventuais focos poluidores. Na reunião camarária de segunda-feira, 1 de junho, recebeu inclusive uma denúncia de poluição durante os trabalhos, accionando de imediato a fiscalização.

Na sexta-feira, a morada perguntou pelos relatórios da monitorização da qualidade do ar e o ponto de situação da queixa-crime do município contra desconhecidos, por crimes ambientais praticados no sistema de tratamento de águas residuais do concelho.

Em resposta, Fernanda Asseiceira referiu que todos as monitorizações são públicas, devendo o último relatório ser apresentado dentro em breve. Quanto à queixa, a presidente referiu que o processo está a decorrer junto do Ministério Público.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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