O Conselho Municipal de Educação de Alcanena reúne hoje, 20 de julho, para fazer um balanço do ano letivo que agora termina e perspetivar o próximo. Em cima da mesa está a necessidade de preparar as atividades de enriquecimento curricular obedecendo já à mais recente medida de “mais meia hora de tempo livre para a parte recreativa o que se repercute nos horários das atividades de enriquecimento curricular”, salienta a presidente da Câmara, Fernanda Asseiceira.
Em particular, a Câmara está atenta ao caso do Jardim de Infância de Espinheiro que pode vir a encerrar se o número de inscritos for menor que o previsto. Se o número de seis alunos se mantiver “não encerra nenhum”, garante a edil.
Já se for inferior, a Câmara irá tomar outras medidas. “Não podemos ir a números irrealistas. Ate porque os pais acabam por colocar noutro estabelecimento” os seus filhos, acrescenta Fernanda Asseiceira.
A presidente de Câmara assume que “a nossa perspetiva não tem sido de encerrar escolas, exceto quando não há alunos”, uma vez que “ sua manutenção é posta em causa quando não há um número de alunos que garanta os níveis pedagógicos de atividade e de funcionamento”.
No primeiro ciclo, todas as escolas vão manter-se abertas, até “abaixo do numero mínimo que o Ministério da Educação consagra”. Durante o verão estão a ser efetuadas manutenções nos edifícios escolares, estando em concurso, a construção do Centro escolar de Alcanena, com arranque previsto da obra em 2018.
A Câmara assegurará as refeições escolares e os transportes escolares aos alunos. Já a atribuição de material escolar tem por base o rendimento socioeconómico das famílias.
“Este ano, o Ministério da Educação distribui os manuais escolares por todo o primeiro ciclo, nós vamos atribuir as fichas que complementam” aos escalões A e B, explica a presidente de Câmara.
