Ana Bacalhau atua em Torres Novas dia 11 de outubro. Foto arquivo: mediotejo.net

No dia 7 de maio, domingo, às 21:30, a Praça 8 de Maio, em Alcanena, recebe um concerto de Ana Bacalhau, de entrada livre. Após 10 anos a dar voz às canções do grupo “Deolinda”, em 2017 a cantora estreou-se a solo e conta já com dois álbuns editados. O espetáculo integra-se nas comemorações do 109.º Aniversário da Fundação do Concelho de Alcanena, que se assinala a 8 de maio.

As comemorações oficiais terão início às 8:00 do dia 8 de maio, segunda-feira, com o seguinte programa:

8:00h | Alcanena e Freguesias

Alvorada Descentralizada

Içar da Bandeira nas Freguesias

9:00h | Praça 8 de Maio

Içar Solene da Bandeira, com Guarda de Honra pelos Bombeiros Municipais de Alcanena

Homenagem aos Fundadores e Promotores do Concelho

9:15h | Cemitério Municipal de Alcanena

Homenagem aos Autarcas Falecidos

17:30h | Salão Nobre da Câmara Municipal de Alcanena

Sessão Solene

Entrega de Condecorações

Visita à Galeria dos Presidentes

Concerto de Ana Bacalhau na Praça 9 de Maio

Intérprete que carrega em si a emoção na voz, Ana Bacalhau é um dos nomes da atualidade da música portuguesa, que se tem destacado com temas como “Memória” e “Sou como Sou”. Canções que fazem parte do álbum lançado no final de 2021 “Além da Curta Imaginação”, o segundo disco a solo lançado pela artista a solo após 10 anos a dar voz ao grupo “Deolinda”.

“Criar novos mundos, que possam materializar-se neste. Criar novos mundos, para que as experiências de dor e perda possam ser sublimadas” é a forma como a artista descreve o seu segundo trabalho de originais, na sequência de ‘Em nome próprio’. Em 2022 lançou o single “Orelhas Moucas”, produzido por João Só.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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