Na aquisição de terrenos para área de acolhimento empresarial na A1/A23, o valor a financiar é de 700 mil euros; na aquisição de imóvel para correção de traçado da rua 25 de abril de 150 mil euros; no projeto de requalificação da escola secundária de Alcanena de 91 mil euros e na aquisição de imóveis e projetos de reabilitação urbana, no âmbito da estratégia local de habitação é 659 mil euros. São estes os investimentos que foram colocados em debate na Assembleia Municipal e onde a Câmara quer investir o valor financiado.
Em relação à aquisição de terrenos para área de acolhimento empresarial A1/A23, um dos deputados afirmou não ter nada contra a previsão de custos e financiamentos, mas questionou qual o modelo de gestão que estava definido.
Rui Anastácio, presidente da Câmara de Alcanena, respondeu que o modelo está a ser preparado e que as infraestruturas para aquele plano de negócio rondam os 20 milhões de euros. O edil disse que há terrenos disponíveis para compra, de 40/50 hectares, mas com diferentes proprietários e que obrigariam a investir cerca de 6 milhões de euros, verba que a autarquia não tem, senão os terrenos já estariam comprados.
Na aquisição de imóvel para correção de traçado da rua 25 de abril, o autarca deu a conhecer que o projeto está pronto na Infraestruturas de Portugal e que se prevê que o concurso seja lançado em outubro.
Na educação, e referente ao projeto de requalificação da escola secundária de Alcanena, que vai ser totalmente renovada, prevê-se um investimento de 8 milhões de euros. através dos preços de referência.
Já no âmbito da estratégia local de habitação, na aquisição de imóveis e projetos de reabilitação urbana, Rui Anastácio afirmou que a autarquia já comprou “vários imóveis em diversas freguesias, alguns lotes urbanos através do IHRU (Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana) e que a ideia é duplicar a oferta de habitação pública para arrendamento”.
O limite da dívida total de operações orçamentais para o ano de 2023 é de 17.595.740,54 e o valor da dívida total apurada a 31 de dezembro de 2022, é de 7.489.537,87. Sendo assim, a margem absoluta no inicio de 2023 é de 10.106.202,67.
A 1 de janeiro os valores referentes ao montante dos empréstimos já contratualizados, e não refletidos na dívida, era de 1.813.667,68 , relativamente a empréstimo de MLP com o BPI. A sua utilização ocorrerá em 2023 e, deste modo, o valor de margem que pode ser utilizável este ano é de 1.658.507,00.
