ADIRN elege novos órgãos sociais para quadriénio 2025–2029. Foto: ADIRN

A ADIRN – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte elegeu hoje os seus novos órgãos sociais para o quadriénio 2025–2029, num momento considerado marcante para a vida associativa e para o futuro do desenvolvimento local na região.

A Assembleia-Geral passa a ser presidida pelo Instituto Politécnico de Tomar, com Francisco Carvalho na presidência, Rui Serrano, da Nersant, como vice-presidente, e Noémia Faria, da Plântula – Propagação Vegetal, Lda, no secretariado.

O Conselho Fiscal ficará sob a presidência de Pedro Mafra, da Aciso – Associação Empresarial de Ourém Fátima, sendo vogais Mário Antunes, da Agrotejo – União Agrícola do Norte do Vale do Tejo, e Luís Filipe Pereira Teteto, da Junta de Freguesia dos Bugalhos.

O Conselho de Administração será liderado por Rui Vital, do município de Ourém, com Bruno Gomes, do município de Ferreira do Zêzere, como vice-presidente. Os vogais eleitos incluem Rui Anastácio (município de Alcanena), Tiago Carrão (município de Tomar), José Trincão Marques (município de Torres Novas), Manuel Mourato (município de Vila Nova da Barquinha) e Manuel da Silva António, do CRIFZ – Centro de Recuperação Infantil de Ferreira do Zêzere.

A ADIRN congratulou todas as entidades e representantes eleitos, desejando que o mandato seja marcado pelo compromisso, cooperação e visão estratégica, visando o desenvolvimento integrado e sustentável do Ribatejo Norte.

A ADIRN, criada em 1991, é uma entidade sem fins lucrativos que atua em seis municípios do Médio Tejo — Alcanena, Ferreira do Zêzere, Ourém, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha — e nas suas 52 freguesias, promovendo o desenvolvimento económico, social e cultural da região, com foco na proximidade às populações, valorização de produtos locais, turismo rural e gestão de fundos comunitários.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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