Adega do Casal da Coelheira na rota das Quintas do Médio Tejo. Foto: CIM Médio Tejo

O Casal da Coelheira, em Tramagal (Abrantes), acolheu no dia 12 de julho mais um momento do ciclo “Quintas do Médio Tejo: Visit, Taste and Lounge”, iniciativa que tem dado a conhecer o que se produz e vive no território do Médio Tejo ao nível do enoturismo.

Entre vinhos, sons e conhecimentos transmitidos por Nuno Falcão, proprietário e enólogo da quinta, o público pôde desfrutar de uma experiência única que cruzou o património vinícola com a música e a autenticidade de um espaço muito agradável na Quinta do Casal da Colheira.

A Quinta do Montalto, no concelho de Ourém, foi o cenário escolhido para a estreia do ciclo “Quintas do Médio Tejo: Visit, Taste and Lounge”, iniciativa que irá decorrer até 9 de agosto passando por vários municípios do Médio Tejo. No dia 19 de julho a visita será à Herdade dos Templários, em Tomar.

Até dia 9 de agosto, vão continuar a decorrer atividades dedicadas à valorização do enoturismo no Médio Tejo, com pequenos eventos ao final da tarde (18h00 às 20h00), nos quais diversas quintas vinícolas da região abrem as suas portas para visitas e provas de vinhos, no ambiente descontraído e bastante agradável.

A participação é gratuita, mas carece de inscrição aqui: https://forms.gle/WkguTgwsiY7XVehF9

A iniciativa, promovida pela CIM do Médio Tejo, integra-se no projeto HITTS – Heritage, Innovation, Territory, Tourism and Sustainability, que tem como objetivo impulsionar um turismo mais sustentável, valorizando a identidade e os recursos autênticos do território, e conta com o apoio dos três Grupos de Ação Local: ADIRN, TAGUS e Pinhal Maior.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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