Ana Maria Leitão Bandeira, técnica superior no Arquivo da Universidade de Coimbra. Créditos: Divisão de Comunicação da Universidade de Coimbra

A Academia Tubuciana de Abrantes vai receber no sábado, 25 de maio, Ana Maria Leitão Bandeira, técnica superior no Arquivo da Universidade de Coimbra (AUC), desde 1983, para uma palestra sobre ‘Abrantinos na Universidade de Coimbra’: exemplos de estudantes, desde os séculos XVI a XIX, sendo analisado o caso particular de Ambrósio Nunes e Aires Nunes, filhos do físico-mor del Rei D. João III, Leonardo Nunes.

A sessão está marcada para as 15h00, na Academia Tubuciana de Abrantes, na Rua dos Quinchosos nº1, na cidade de Abrantes. A entrada é livre.

A Academia Tubuciana, fundada em 13 de maio de 1802 em Abrantes, sempre foi uma instituição cultural. Começou por promover a economia e as belas letras, com proteção do príncipe D. João, futuro rei de Portugal, D. João VI. Surgiu da ideia de dois ilustres médicos do século XVIII, Rodrigo Soares de Bivar e de Inácio Francisco Tamagnini, ainda no século das luzes.

A instituição teve o seu primitivo nome de Sociedade Literária Tubuciana, tendo tido dezenas de sócios no século XIX, três dos quais, foram primeiro-ministros do Reino de Portugal, para além de uma panóplia de eruditos, poetas, militares, fidalgos, juristas, frades, sacerdotes, médicos entre outros.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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