Um dos pátios exteriores da EB Maria de Lourdes Pintasilgo, em Abrantes. Foto: mediotejo.net

A falta de espaço coberto em escolas básicas foi uma das mais recentes preocupações manifestadas pelo vereador Vítor Moura, eleito pelo PSD na Câmara Municipal de Abrantes, nomeadamente no espaço de recreio da Escola Básica Maria de Lourdes Pintasilgo e no ringue da Escola Básica de Chainça. O presidente da autarquia reconheceu que há sempre pontos a melhorar em todas as escolas.

O vereador do PSD levou esta sua preocupação à reunião pública do executivo camarário, frisando que o facto de não existirem locais com cobertura causa “desconforto às crianças e impossibilita usufruírem do espaço em situações climatéricas que não sejam recomendáveis, sobretudo se estiver demasiado calor ou chuva”, reivindicando que é necessário salvaguardar locais que protejam as crianças das condições climatéricas adversas, permitindo ainda assim estarem no recreio ou executarem atividades ao ar livre.

Em resposta, o presidente de Câmara de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos (PS), relevou o facto de hoje em dia as escolas estarem dotadas de boas condições, mas reconhecendo que há sempre pontos a melhorar em todas as escolas.

“Hoje, felizmente, as nossas escolas têm condições ímpares comparativamente com outros tempos. Nós temos que melhorar, e ir melhorando as nossas infraestruturas nas diferentes escolas. Saímos agora da requalificação da escola do Tramagal, vamos continuar a fazer investimento na escola do Tramagal, saímos [da requalificação] da escola de Alvega. Estamos a melhorar as nossas escolas, todos os dias estamos nas nossas escolas. Não conseguimos fazer tudo ao mesmo tempo e em todo o lado”, respondeu, acrescentado que “as questões das sombras é algo a que estamos atentos, mas não conseguimos fazer tudo em todo o lado ao mesmo tempo”.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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