Cadernos de Viagem. Foto: CM Abrantes

O encontro de cadernos de viagens urban sketchers decorre assim na quarta jornada da iniciativa Cadernos de Viagem de Abrantes, no dia 4 de maio, entre as 10h00 e as 15h30, aberto a todos os que quiserem viajar por Abrantes, desenhando, escrevendo sobre ela, fotografando, filmando, vivendo-a como mais lhes agradar. No regresso à Biblioteca Municipal António Botto (15h30) será feita a partilha dos trabalhos desenhados.

Decorre ainda uma masterclass com Teresa Ruivo e apresentação do livro ‘Abrantes: o caderno de José Maria Sanchéz (imagens) e Bruno Vieira Amaral (textos)’, pelas 16h00, com a presença dos autores e aberta ao público em geral.

À semelhança dos Carnets de Voyage de Clermont-Ferrant, os Cadernos de Viagem de Abrantes são um espaço de encontro e de fusão do desenho com a escrita de viagens e outras artes como a fotografia e o vídeo.

Abrantes, cidade mais central de Portugal, lugar ideal de partida e de chegada, ou destino a descobrir em si mesma, é palco de exposições de desenhos e cadernos de viagem. Paralelamente haverá um programa de workshops, apresentações e lançamentos de livros, feira do livro de viagens e residência artística com a desenhadora Teresa Ruivo e o escritor José Riço Direitinho.

Entretanto, continuam a decorrer desde 5 de abril até 25 de maio as restantes atividades, como a exposição ‘Desenhos da minha rua e mais além’, de Teresa Ruivo patente até 25 de maio na Biblioteca Municipal, desta iniciativa do Município de Abrantes, Biblioteca Municipal António Botto, com a colaboração da Delegação do Centro da Ordem dos Arquitetos – Secção Regional do Sul.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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