A Organização Mundial de Saúde recomenda o aleitamento materno como alimento exclusivo do bebé até aos seis meses. Foto: Unsplash

A Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) de Abrantes está a assinalar a Semana Mundial do Aleitamento Materno até ao próximo dia 10 de outubro. “Apoiar o aleitamento materno por um planeta saudável” é o mote da campanha que apela a todas as grávidas que tenham dúvidas nesta área que contactem os profissionais de saúde da UCC de Abrantes, com formação em aconselhamento em aleitamento materno e que estão disponíveis para ajudar as famílias.

A Semana Mundial do Aleitamento Materno é comemorada anualmente, em mais de 170 países, com o objetivo de encorajar esta prática e fomentar a saúde dos bebés de todo o mundo. Em Portugal e na Europa, estas comemorações realizam-se na 41ª semana de cada ano (este ano de 4 a 10 de outubro).

Em 2020, a Aliança Mundial para a Ação em Aleitamento Materno (WABA) visou “consciencializar para o impacto da alimentação infantil no meio ambiente e alterações climáticas e para a necessidade de proteger, promover e apoiar o aleitamento materno, para a saúde das pessoas e do planeta”.

A UCC de Abrantes lembra que “são reconhecidas as vantagens nutricionais, imunológicas, psicológicas, económicas e ecológicas do aleitamento materno e a necessidade de promover estratégias promotoras do aumento das taxas de amamentação”.

A Unicef recomenda o aleitamento materno exclusivo até aos seis meses de vida e a sua manutenção, com alimentos complementares, pelo menos, até ao segundo ano de vida.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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