A Sociedade Instrução Musical Rossiense (SIMR) assinala esta terça-feira, dia 10 de novembro, o centenário da sua fundação. As atividades do centenário agendadas para este ano são, domingo próximo, dia 15 de novembro, um encontro de bandas, e um concerto de Natal agendado para dia 20 de dezembro.

A Câmara Municipal de Abrantes associou-se à efeméride com a apresentação da exposição “Sociedade Instrução Musical Rossiense – 100 Anos a Dar Música”, inaugurada no dia 7 de novembro e que vai estar patente ao público na Biblioteca Municipal António Botto até ao final deste ano, dia 31 de dezembro*.

Fundada em 10 de novembro de 1915 por Manuel Martins, João Carlos Lourenço e Fausto dos Santos e Silva, a SIMR teve a sua 1ª sede no Largo Paralva, na freguesia do Rossio ao Sul do Tejo.

Segundo texto assinado pelo Rossiense Manuel Ruivo no livro comemorativo dos 150 anos da freguesia, “O industrial João José Soares Mendes oferece-lhe o primeiro instrumental, tendo também auxiliado na construção do coreto, ainda hoje existente na freguesia, no Largo D. Joana Soares Mendes”.

Segundo a mesma publicação, ao longo do século XX, a SIMR destacou-se pela criação de uma tuna (1926), um orfeão (1932), um grupo de teatro (1932-1973) e várias orquestras como a “Monumental”, “Rossiense”, “Tejo Melody Band” e “Diabos do Ritmo”.

Atualmente ao serviço do ensino e divulgação da música, a banda da coletividade centenária é uma referência cultural que leva o nome de Abrantes a todo o país. O Maestro é Francisco Lamarosa sendo a equipa diretiva presidida por Diogo Lamaroso.

*Horário de visita à exposição: 2ª feira 14 -20h:00// de 3ª a 6ª 09-20h00//Sábado 9h:30-13h:00

 

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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