A Assembleia Municipal de Abrantes reúne esta sexta-feira, dia 23 de fevereiro, pelas 14h30, no Edifício Pirâmide, em Abrantes.

De acordo com o regimento deste órgão, a intervenção dos cidadãos ocorre no final da discussão e votação dos pontos incluídos na ordem do dia que, nesta sessão, serão os seguintes:

1. – Informação escrita da Presidente da Câmara Municipal acerca da atividade Municipal;

2. – Afetação ao domínio público municipal de duas parcelas de terreno sitas em Pego;

3. – Afetação ao domínio público municipal de uma parcela de terreno sita em Barreiras do Tejo;

4 – Autorização para assunção do compromisso plurianual relativo à “Aquisição de Serviços de limpeza dos Edifícios Municipais”;

5 – Autorização da delegação de competências nos Serviços Municipalizados para assunção de compromisso plurianual relativo à “Aquisição de eletricidade em baixa tensão normal”;

6 – Alteração ao Regulamento do Orçamento Participativo de Abrantes;

7 – Alteração do artigo 27º da Tabela de Taxas;

8 – Revisão do Mapa de Pessoal de 2018;

9 – Proposta de Recomendação – “Por uma fiscalização eficiente e eficaz dos níveis de poluição no Rio Tejo e do funcionamento das ETAR numa abordagem de Smart City” – apresentada pelos eleitos pelo PPD-PSD;

10 – Moção – “Para a criação de três comissões especializadas permanentes relativas à Proteção e Promoção do Rio Tejo, ao Acompanhamento das atividades dos CTT no desempenho do serviço público postal e de apoio, Acompanhamento e Desenvolvimento de ideias e atividades para promover as Freguesias do Município” – apresentada pelos eleitos pelo PPD-PSD;

11 – Moção – “Em defesa dos serviços de cuidados primários em todo o Concelho de Abrantes” – apresentada pelos eleitos pelo BE.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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