José Mingocho de Abreu. Foto: DR

O Rotary Club de Abrantes vai homenagear o Engenheiro José Mingocho de Abreu como “Profissional do Ano Rotário 2023-2024”. A celebração integra ainda a comemoração do 43º aniversário do Rotary abrantino, e está marcada para esta terça-feira, 21 de maio, às 19h45, num jantar no Luna Hotel Turismo. José Mingocho de Abreu foi o fundador da Escola Profissional de Agricultura de Abrantes (atual EPDRA), tendo dedicado parte da sua vida ao ensino e à criação de escolas profissionais em Moçambique.

Nascido em Coimbra, em 1947, José António Mingocho de Abreu é considerado um nome incontornável na história do antigo Liceu de Abrantes, estabelecimento escolar onde introduziu o ensino da agro-pecuária e da agricultura, primeiro como área vocacional, em 1977, depois como curso profissional, em 1989, tendo sido a primeira escola profissional agrícola de natureza pública a ser criada em Portugal.

Em 1996 integrou uma missão do governo português com intuito de apoiar a reconstrução de uma escola em Moçambique. Mas a missão de três meses acabou por durar quase 20 anos com aprofundamento do trabalho inicial.

Tornou-se, pelo caminho, consultor do governo moçambicano, desenvolvendo novos projetos. Regressou a Portugal em 2018, deixando em funcionamento 98 escolas “gémeas” da escola agrícola de Abrantes.

A distinção de “Profissional do Ano” representa uma homenagem anual feita pelo movimento rotário abrantino, que reconhece e distingue os profissionais de mão cheia do concelho, relevando as suas capacidades, percurso profissional, feitos e qualidades, e a forma como se tornam inspiração para outros e para as gerações vindouras.

Nos últimos anos já foram distinguidos personalidades de renome do panorama local como Silvino Alcaravela, Candeias da Silva, Mário Pissarra, Alves Jana e Nuno Falcão Rodrigues.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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