Abrantes volta a integrar o circuito de provas a pontuar para a Taça de Portugal de XCO, numa organização da UVP/Federação Portuguesa de Ciclismo em parceria com Escola de Ciclismo de Abrantes e com apoio da Câmara Municipal. Foto: CMA, 2023

A Taça de Portugal Cross Country Olímpico (XCO) está de volta a Abrantes, que volta a ser palco de resistência e aventura em mais uma prova BTT a decorrer na Cidade Desportiva (na pista junto ao Estádio Municipal), desta feita com a disputa da 2ª Prova da Taça de Portugal XCO 2024 no sábado e domingo, dias 6 e 7 de abril.

A prova, que atrai centenas de pessoas a participar e que faz as delícias dos amantes da modalidade que assistem no público, arranca no sábado, pelas 10h00, com a abertura de secretariado e treinos livres.

As corridas acontecem durante o dia de domingo, iniciando às 9h00, e o público é convidado a assistir ao regresso da modalidade à pista. Trata-se de uma organização da Federação Portuguesa de Ciclismo e da Escola de Ciclismo de Abrantes com o apoio do Município.

Esta é a 4ª edição do XCO Abrantes, competição internacional C1, integrando a Taça de Portugal XCO 2024, um troféu oficial da UVP/ Federação Portuguesa de Ciclismo.

A Taça de Portugal destina-se aos atletas com licença desportiva de competição, para todas as categorias de ambos os sexos (Cadetes, Juniores, Sub23, Elites e Masters).

Trata-se de uma prova cronometrada realizada num circuito fechado com 4500 metros de comprimento, com uma zona de partida ampla e uma zona dupla de assistência técnica/abastecimento, conforme indica o guia técnico da prova disponibilizado pela organização.

Mónica Fernandes é diretora da organização, enquanto o diretor de prova é Nuno Fernandes, ambos responsáveis pela Escola de Ciclismo de Abrantes.

O diretor nacional de BTT será Jorge Rocha a par do coordenador nacional BTT Pedro Vigário. O presidente do painel de comissários será Oasi Permañé.

Mais informações em www.fpciclismo.pt

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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